Diretores de escolas estaduais de Santa Cruz estão inconformados com uma orientação da Secretaria Estadual da Educação em relação às festas juninas, que serão retomadas após dois anos suspensas em razão da pandemia de coronavírus. Segundo a diretora da Escola Estadual de Ensino Médio, Ernesto Alves, Janaína Venzon, em função das novas legislações que restringiram os alimentos que podem ser servidos e colocados à venda nos educandários, as celebrações não estão autorizadas a incluir lanches típicos, como cachorro-quente, espetinho de carne, pastel, cocada e pé de moleque.
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Para Janaína, a regra compromete o espírito da data. “As festas juninas são uma tradição das escolas, dificilmente acontecem em outros ambientes. E dessa forma estão acabando com a essência dessa tradição”, alegou. Segundo ela, a regra deveria ser flexibilizada, por se tratar de um único momento do ano. “É apenas um dia de festa. Qual o problema de ter o cachorro-quente? Do portão para fora, eles comem, as famílias compram. Qual o motivo de tanta rigidez?”, criticou.
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