Após a revolução feminina da década de 1960, muitas mulheres passaram a buscar a valorização profissional e de gênero na sociedade. Quase 60 anos depois, elas já aparecem em lugar de destaque em áreas consideradas exclusivamente masculinas, como na construção civil e no campo político.
No agronegócio não poderia ser diferente: a representatividade feminina no campo está cada vez mais forte e reconhecida, mas ainda há um longo caminho a ser percorrido para atingir a igualdade entre homens e mulheres.
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Por isso, é importante estar ciente sobre o cenário rural nas questões de gênero e igualdade, e empenhar-se em ações transformadoras para alcançar esse objetivo. Instituído pela ONU em 1995, no dia 15 de outubro se comemora o Dia Internacional da Mulher Rural. A data foi criada para elevar a consciência mundial sobre o papel da mulher do campo. Segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), as mulheres constituem 40% da mão de obra agrícola nos países em desenvolvimento. Houve um tempo em que eram consideradas apenas ajudantes nas lidas do campo.
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Porém, nos últimos anos estão deixando de ser espectadoras no processo de desenvolvimento sustentável do agro se tornando protagonistas, promovendo transformações econômicas, sociais e ambientais no meio rural. É o caso de Leandra Guber, que atua ao lado dos pais, produtores de tabaco da JTI em Piên, no Paraná. Ela acredita que as mulheres podem fazer a diferença na agricultura.
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