Depois de sete anos, as dificuldades enfrentadas pela queda de receitas na Série B farão o clube voltar a ter problemas para fechas as contas em 2022. O Grêmio vai enfrentar dificuldades no fluxo de caixa a partir do terceiro trimestre. O presidente Romildo Bolzan Júnior admitiu, pela primeira vez mais claramente, a dificuldade em fechar as contas depois de sete anos de superávit.
A folha salarial passa dos R$ 10,5 milhões e outros três atletas serão incorporados: o volante Lucas Leiva, o atacante Guilherme e o meio-campista Thaciano. O Tricolor irá acelerar para mexer no elenco com saídas e diminuir custos. A projeção é de R$ 120 milhões a menos com o rebaixamento. Bolzan reconheceu, em diversos momentos, a necessidade de recorrer a empréstimos para superar 2022 na Série B.
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Um dos pontos do ano no qual as finanças têm influência é na renovação de contratos. O caso de Kannemann, por exemplo, tem relação com o alto contrato atual do zagueiro. Há a necessidade de pelo menos mais R$ 20 milhões em venda para o restante do ano, conforme previsto no orçamento. O montante precisaria ser maior para tentar um equilíbrio, já que a intenção era ter uma folha de R$ 7,5 milhões, mas o clube não conseguiu chegar neste patamar.
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